quarta-feira, 31 de maio de 2023

BRC-721E: O Protocolo Inovador para Transferência de NFTs entre Ethereum e Bitcoin

 O mercado de tokens não fungíveis (NFTs) tem crescido exponencialmente nos últimos anos, com a tecnologia blockchain permitindo a criação e o comércio de ativos digitais únicos. Até recentemente, a maioria dos NFTs estava vinculada à rede Ethereum, que utiliza o padrão ERC-721. No entanto, com o surgimento do protocolo BRC-721E, agora é possível enviar NFTs entre as redes Ethereum e Bitcoin, expandindo ainda mais o ecossistema de ativos digitais.


O Protocolo BRC-721E


O BRC-721E é um protocolo inovador que estabelece uma ponte entre as redes Ethereum e Bitcoin, permitindo a transferência de NFTs entre as duas plataformas. Essa interoperabilidade é crucial para o crescimento e a adoção generalizada de NFTs, pois permite que os usuários e desenvolvedores de ambas as redes aproveitem os recursos e benefícios exclusivos de cada uma.



Como Funciona


O protocolo BRC-721E utiliza contratos inteligentes e mecanismos de bloqueio e desbloqueio para facilitar a transferência de NFTs entre as redes Ethereum e Bitcoin. Quando um usuário deseja enviar um NFT de Ethereum para Bitcoin, o protocolo bloqueia o NFT original na rede Ethereum e cria um novo NFT na rede Bitcoin, que representa o mesmo ativo digital. O processo inverso ocorre quando um NFT é enviado de Bitcoin para Ethereum.



Vantagens do BRC-721E


1. Interoperabilidade: O BRC-721E permite que os usuários e desenvolvedores de ambas as redes Ethereum e Bitcoin colaborem e criem novas oportunidades de negócios. Isso pode levar a uma maior inovação e adoção de NFTs em todo o ecossistema de criptomoedas.


2. Liquidez: A capacidade de transferir NFTs entre Ethereum e Bitcoin pode aumentar a liquidez do mercado de NFTs, permitindo que os investidores acessem uma gama mais ampla de ativos digitais e oportunidades de investimento.


3. Diversificação de risco: Ao permitir a transferência de NFTs entre diferentes redes blockchain, o protocolo BRC-721E oferece aos investidores a oportunidade de diversificar seus portfólios e gerenciar melhor os riscos associados a um único ecossistema.


4. Expansão do mercado de NFTs: Com a adoção do protocolo BRC-721E, é provável que mais projetos de NFTs sejam desenvolvidos e lançados em ambas as redes Ethereum e Bitcoin, expandindo ainda mais o mercado de ativos digitais únicos.



Conclusão


O protocolo BRC-721E representa um avanço significativo no ecossistema de NFTs, permitindo a interoperabilidade entre as redes Ethereum e Bitcoin. Essa inovação tem o potencial de impulsionar a adoção de NFTs, aumentar a liquidez do mercado e oferecer novas oportunidades de investimento para os entusiastas de criptomoedas. À medida que o mercado de NFTs continua a evoluir, é provável que vejamos ainda mais inovações e desenvolvimentos que expandam as possibilidades e o alcance dos ativos digitais únicos.

O lançamento da blockchain da Coinbase

 


A Coinbase, uma das maiores plataformas de criptomoedas do mundo, anunciou que está desenvolvendo sua própria blockchain de segunda camada (L2) para facilitar a integração com o Ethereum e outras redes. A blockchain, chamada Base, tem como objetivo tornar as transações mais rápidas e baratas na rede Ethereum, que enfrenta problemas de escalabilidade e altas taxas de gás.


A Base utiliza a tecnologia zk-rollups, que consiste em agrupar várias transações em uma única transação e provar sua validade usando provas criptográficas chamadas zero-knowledge proofs. Essa técnica permite aumentar significativamente a capacidade de processamento da rede Ethereum, reduzindo o congestionamento e os custos.



A Base está em fase de testes e suporta a negociação de Ethereum e tokens ERC-20, com planos de adicionar outros tokens em breve. Segundo Jesse Pollak, líder de protocolo da Coinbase, a blockchain será totalmente de código aberto e descentralizada, preservando a natureza sem permissão das criptomoedas. Ele também afirmou que a Coinbase está trabalhando com o Optimism, outro projeto de L2 para o Ethereum, para garantir a interoperabilidade entre as soluções.


A Coinbase pretende expandir sua oferta de produtos na Base para incluir a negociação de ativos não fungíveis (NFTs) e outras criptomoedas. A Base não terá um token próprio, mas usará o Ethereum como seu ativo nativo, o que significa que os usuários pagarão as taxas de gás em ETH. No entanto, há planos de trazer o USDC, a stablecoin da Coinbase, para a rede no futuro.



A Base será executada por um sequenciador próprio da Coinbase, que será responsável por ordenar e executar as transações e enviá-las para a camada 1 do Ethereum. A visão de longo prazo é descentralizar o sequenciador e permitir o sequenciamento de várias cadeias simultaneamente. Pollak disse que o objetivo é ter uma forte interoperabilidade entre as cadeias, em vez de uma cadeia monolítica que exige que todos estejam no mesmo lugar.


A Base é mais um passo importante na busca pela escalabilidade do Ethereum, que também está em processo de transição para um novo modelo de consenso chamado proof-of-stake (PoS), que promete ser mais eficiente e sustentável do que o atual proof-of-work (PoW). A expectativa é que a Base possa contribuir para o crescimento do ecossistema do Ethereum e oferecer uma melhor experiência para os usuários da Coinbase.




Será uma boa altura para comprar LUNC?

 


LUNC é a sigla de Terra Classic, uma criptomoeda que funciona na blockchain Terra, uma plataforma que visa criar uma economia descentralizada e estável baseada em moedas estáveis. LUNC é o token nativo da Terra Classic e é usado para manter a estabilidade de preço das moedas estáveis dentro do ecossistema.


Nos últimos dias, LUNC tem mostrado um forte desempenho no mercado, atingindo um novo recorde de US$ 0,000086 por moeda em 26 de maio de 2023, segundo o site CoinMarketCap. Isso representa um aumento de mais de 1000% desde o início do ano, quando LUNC valia apenas US$ 0,000007.


Um dos fatores que pode explicar essa valorização é o crescente interesse pela Terra e suas moedas estáveis, que são atreladas a diferentes moedas fiduciárias, como o dólar, o euro e o won coreano. Essas moedas estáveis permitem que os usuários façam transações rápidas, baratas e seguras na blockchain, sem se preocupar com a volatilidade das criptomoedas tradicionais.



Outro fator que pode impulsionar o preço de LUNC é a escassez de oferta. Segundo o site Binance, a oferta circulante de LUNC é de cerca de 5,8 bilhões de moedas, enquanto a oferta máxima não está disponível. Isso significa que há uma demanda maior do que a oferta por LUNC, o que pode aumentar seu valor no mercado.


Atualmente, LUNC enfrenta uma resistência de US$ 0,0001 por moeda, que é um nível psicológico importante para os investidores. Se LUNC conseguir romper essa resistência e se manter acima dela, pode abrir caminho para novas altas históricas e atrair mais atenção para o projeto Terra Classic.



Portanto, pode ser uma boa oportunidade de comprar LUNC agora, antes que ele atinja esse patamar e se torne mais caro. No entanto, é importante lembrar que investir em criptomoedas envolve riscos e que o preço pode variar de acordo com diversos fatores externos. Por isso, é recomendável fazer uma pesquisa aprofundada sobre o projeto e seus fundamentos antes de tomar qualquer decisão.


O boom das meme coins



As meme coins são um fenómeno que tem ganhado cada vez mais popularidade no mundo das criptomoedas. Estes projetos, que muitas vezes se baseiam em imagens humorísticas ou referências culturais, têm atraído investidores que procuram lucros rápidos e divertimento. Mas o que explica o sucesso destas moedas virtuais e como se comparam com as criptomoedas mais estabelecidas?



Uma das razões para o crescimento das meme coins é a sua capacidade de gerar comunidades fiéis e entusiastas nas redes sociais, especialmente no Reddit e no Twitter. Estes espaços permitem aos fãs destas moedas partilhar memes, notícias, opiniões e incentivar uns aos outros a comprar e manter os seus tokens. Além disso, estas comunidades também podem influenciar o mercado através de campanhas de marketing viral, como foi o caso da Dogecoin, que teve o apoio de personalidades como Elon Musk ou Snoop Dogg.


Outra razão para o sucesso das meme coins é a sua acessibilidade e simplicidade. Muitas destas moedas têm um valor muito baixo por unidade, o que permite aos investidores comprar grandes quantidades com pouco dinheiro. Além disso, estas moedas são fáceis de adquirir em plataformas de troca descentralizadas (DEX), sem necessidade de registo ou verificação de identidade. Isto atrai investidores que procuram anonimato e rapidez nas suas transações.



Por fim, as meme coins também se beneficiam da volatilidade e da especulação do mercado de criptomoedas. Estas moedas tendem a ter variações de preço muito elevadas, o que pode gerar lucros enormes para quem acerta no timing certo. Por outro lado, isto também implica um risco elevado de perda, já que estas moedas podem perder valor rapidamente por falta de fundamentos ou por mudanças de humor dos investidores.


Em comparação com as criptomoedas mais credíveis, as meme coins têm vantagens e desvantagens. Por um lado, as meme coins oferecem uma maior possibilidade de retorno a curto prazo, bem como uma maior diversão e interação com as comunidades online. Por outro lado, as meme coins têm uma maior probabilidade de desaparecer ou perder relevância a longo prazo, bem como uma maior exposição a fraudes ou ataques informáticos.


As criptomoedas mais credíveis, por sua vez, têm uma maior estabilidade e segurança, bem como uma maior utilidade e inovação. Estas moedas têm casos de uso reais e concretos, como facilitar transações financeiras, criar contratos inteligentes ou integrar-se no metaverso. Além disso, estas moedas têm uma maior aceitação e reconhecimento por parte de instituições, empresas e governos.



Em suma, as meme coins são uma forma de investimento em criptomoedas que tem as suas particularidades e desafios. Estes projetos podem gerar lucros extraordinários para os seus investidores, mas também podem implicar perdas significativas ou irrelevância. Por isso, é importante fazer uma pesquisa cuidadosa antes de investir nestas moedas e estar atento às tendências do mercado e das redes sociais.

terça-feira, 30 de maio de 2023

Os +600% da Snek

 


A Snek (SNEK-USD) é a primeira memecoin na blockchain da Cardano e tem chamado a atenção dos investidores e entusiastas das criptomoedas nos últimos dias. Desde o seu lançamento no final de abril, a Snek valorizou mais de 424% e atingiu um valor de mercado de 61,6 milhões de dólares.


Mas o que é a Snek e porque é que ela está a subir tanto?


A Snek é uma moeda digital inspirada na cultura meme e no fenómeno das cobras na internet. O seu nome vem da forma como os internautas escrevem "snake" (cobra em inglês) com um erro ortográfico intencional. O seu símbolo é um emoji de uma cobra verde e o seu slogan é "Snek to the moon" (Snek para a lua).


A Snek foi criada por $goofycrisp, um membro da comunidade Cardano, com o apoio de MasterofC, do team Chilled Kongs, e JSHy, um engenheiro de software do team jpg.store. A ideia era criar uma moeda divertida e inclusiva que pudesse atrair novos utilizadores para a rede Cardano, que é uma das mais promissoras e inovadoras do sector.


A Snek foi lançada na Minswap e na Sundaeswap, duas exchanges descentralizadas (DEX) baseadas na Cardano. A Minswap é a maior aplicação onchain da Cardano em termos de valor bloqueado, com 37% dos mais de 175 milhões de dólares em tokens na blockchain. A Sundaeswap é uma plataforma que permite aos utilizadores trocar tokens, criar pools de liquidez e ganhar recompensas.


A Snek teve uma venda inicial (presale) no dia 28 de abril, na qual metade da sua oferta total foi vendida a investidores e apoiantes do projeto, num total de 112 mil tokens através de 519 transações. A Snek tem uma oferta máxima de 100 bilhões de tokens e uma oferta circulante de 61,6 bilhões.



A Snek beneficiou do interesse crescente pelas memecoins, que são moedas digitais baseadas em memes ou piadas da internet. O exemplo mais famoso é a Dogecoin (DOGE-USD), que foi criada em 2013 como uma paródia ao Bitcoin (BTC-USD) e que se tornou numa das maiores criptomoedas do mundo, com um valor de mercado superior a 50 bilhões de dólares.


As memecoins têm um apelo popular e viral, pois são divertidas, acessíveis e podem gerar grandes lucros em pouco tempo. No entanto, também são muito voláteis e arriscadas, pois dependem muito do humor e da atenção dos investidores, que podem mudar rapidamente.


A Snek tem algumas vantagens em relação a outras memecoins, pois está baseada na Cardano, que é uma blockchain mais rápida, barata e sustentável do que outras redes como a Ethereum (ETH-USD) ou a Binance Smart Chain (BSC-USD). A Cardano também tem um forte apoio da sua comunidade e do seu fundador, Charles Hoskinson, que é um dos pioneiros das criptomoedas e um dos co-fundadores da Ethereum.


A Snek pode ajudar a Cardano a crescer ainda mais, pois pode atrair novos utilizadores para a sua rede e para as suas aplicações descentralizadas. A Snek também pode beneficiar dos futuros desenvolvimentos da Cardano, como o lançamento dos contratos inteligentes e das ofertas iniciais de moedas (ICOs) na sua rede.


A Snek é uma memecoin com potencial para se tornar numa das mais populares e valiosas do mercado. No entanto, os investidores devem estar conscientes dos riscos envolvidos e fazer uma pesquisa cuidadosa antes de comprar ou vender esta moeda. A Snek pode ser uma oportunidade de ganhar dinheiro, mas também pode ser uma forma rápida de o perder.


O que acontecerá quando o último bitcoin for minerado?


 

O bitcoin é uma moeda digital descentralizada que funciona com base numa rede de computadores chamada blockchain. Esta rede regista todas as transações de bitcoins e garante a sua segurança e integridade. Para que esta rede funcione, é preciso que existam participantes chamados mineradores, que usam o seu poder computacional para validar as transações e criar novos blocos de informação. Como recompensa pelo seu trabalho, os mineradores recebem bitcoins recém-criados e as taxas das transações.


No entanto, o número de bitcoins que podem ser criados é limitado a 21 milhões, segundo o protocolo definido pelo seu criador, Satoshi Nakamoto. Isto significa que há um limite para a emissão de novos bitcoins e que este processo vai ficando cada vez mais lento à medida que se aproxima do fim. Atualmente, existem cerca de 18,8 milhões de bitcoins em circulação, o que representa cerca de 89% do total. Estima-se que o último bitcoin será minerado por volta do ano 2140.



Mas o que acontecerá quando isso acontecer? Como é que o bitcoin vai manter a sua rede e o seu valor sem a emissão de novos bitcoins? Há várias possibilidades e incertezas sobre este assunto, mas vamos analisar algumas das mais prováveis.


Uma das possibilidades é que o valor do bitcoin aumente significativamente à medida que se torna mais escasso e mais difícil de obter. Isto pode atrair mais investidores e utilizadores para a criptomoeda, aumentando a sua procura e reduzindo a sua oferta. Além disso, o bitcoin pode beneficiar da inflação das moedas fiduciárias, que tendem a perder valor ao longo do tempo devido à expansão monetária dos bancos centrais. Assim, o bitcoin pode tornar-se uma reserva de valor alternativa e um meio de troca global.


Outra possibilidade é que o valor do bitcoin se mantenha estável ou até diminua quando o último bitcoin for minerado. Isto pode acontecer se a procura pelo bitcoin diminuir ou se surgirem outras criptomoedas mais competitivas ou inovadoras. Além disso, o bitcoin pode enfrentar problemas técnicos ou regulatórios que afetem a sua confiança e adoção. Por exemplo, o bitcoin pode sofrer ataques informáticos, falhas na rede ou restrições legais por parte de governos ou entidades reguladoras.



Quanto aos mineradores, eles podem continuar a participar na rede mesmo depois de o último bitcoin ser minerado. Isto porque eles podem continuar a receber as taxas das transações como recompensa pelo seu trabalho. Estas taxas podem aumentar de valor à medida que o número de transações na rede aumenta ou à medida que os utilizadores estão dispostos a pagar mais para terem as suas transações validadas mais rapidamente. Assim, os mineradores podem ter um incentivo para manter a segurança e a funcionalidade da rede.


No entanto, também há o risco de que as taxas das transações não sejam suficientes para cobrir os custos dos mineradores, especialmente os custos energéticos e de equipamento. Isto pode levar a uma redução do número de mineradores na rede, diminuindo a sua segurança e eficiência. Além disso, pode haver uma maior concentração de poder entre os mineradores remanescentes, aumentando o risco de ataques ou manipulações na rede.



Em suma, não há uma resposta definitiva para o que acontecerá quando o último bitcoin for minerado. Há vários fatores que podem influenciar o futuro do bitcoin, tanto positiva como negativamente. O que é certo é que o bitcoin é um fenómeno inovador e disruptivo no mundo financeiro e tecnológico, que tem desafiado as convenções e as expectativas. Resta-nos acompanhar a sua evolução e ver como se adapta às mudanças e aos desafios que enfrenta.

O jogo Play-to-earn da Pancake

 




Você já ouviu falar do PancakeSwap, a plataforma de finanças descentralizadas (DeFi) mais popular na rede Binance Smart Chain (BSC)? Se você é um entusiasta de criptomoedas, provavelmente já conhece o CAKE, o token nativo do PancakeSwap que permite aos usuários participar de diversas atividades na plataforma, como farming, staking, loteria, ofertas iniciais de fazenda (IFOs) e muito mais.


Mas o que você talvez não saiba é que o PancakeSwap também entrou no mundo dos jogos baseados em blockchain, ou seja, os jogos que usam a tecnologia de registro distribuído para criar experiências imersivas e recompensadoras para os jogadores. O PancakeSwap lançou recentemente o seu primeiro jogo play-to-earn, chamado Pancake Protectors, que é alimentado pelo protocolo GameFi PvP da Mobox.


O que é um jogo play-to-earn?


Um jogo play-to-earn é um tipo de jogo que recompensa os jogadores com criptomoedas ou tokens não fungíveis (NFTs) por completarem certas tarefas ou desafios dentro do jogo. Esses jogos permitem que os jogadores tenham propriedade e controle sobre seus ativos digitais, bem como a possibilidade de monetizá-los em mercados secundários. Alguns exemplos de jogos play-to-earn populares são Axie Infinity, CryptoBlades e Battle for Life .



O que é o Pancake Protectors?


O Pancake Protectors é um jogo de estratégia e defesa de torres que coloca os jogadores em missões emocionantes onde a colocação estratégica de torres de heróis é crítica. O jogo se passa em um universo fantástico onde os jogadores devem proteger seus territórios de invasores maléficos usando uma variedade de heróis com diferentes habilidades e atributos.


O que diferencia este jogo é a integração do CAKE, o token nativo do PancakeSwap. Essa integração permite que os jogadores utilizem tokens CAKE dentro do jogo e ganhem recompensas enquanto desfrutam do jogo. Por exemplo, os jogadores podem usar CAKE para recrutar heróis mais poderosos, acelerar sua taxa de recarga e progresso de nível, e participar de eventos sazonais com prêmios exclusivos.


Além disso, os jogadores podem usar seus NFTs do PancakeSwap, como os Pancake Bunnies e Squads, para melhorar as habilidades de seus heróis. Cada herói pode ser atualizado com apenas um Bunnie ou Squad, que pode ser aplicado na seção "Heróis". Os jogadores também podem integrar seus NFTs aos heróis do jogo e exibi-los em seu perfil PancakeSwap ao mesmo tempo.



Como jogar o Pancake Protectors?


Para jogar o Pancake Protectors, você precisa ter uma carteira compatível com a BSC, como a MetaMask ou a Trust Wallet, e conectar-se ao site do jogo: https://protectors.pancakeswap.finance/. Você também precisa ter alguns tokens CAKE em sua carteira para poder interagir com o jogo.


Uma vez conectado, você pode acessar as diferentes seções do jogo, como "Recruit", "Heroes", "Battle", "Legion" e "Shop". Você também pode ver seu nível, energia, ouro e diamantes na parte superior da tela. Cada uma dessas seções tem uma função específica no jogo:


- Recruit: Aqui você pode obter heróis para defender suas batalhas na aba principal da cidade. Você recebe três chances de recrutamento gratuitas todos os dias ou pode adquirir cartões de recrutamento nas Missões Diárias, na Loja de Ouro, na Loja da Legião, na Loja do Herói e na Loja da Relíquia. Todos os heróis são divididos em quatro facções: Sun, Storm, Star e Light, sendo a Luz a facção mais poderosa.

- Heroes: Aqui você pode gerenciar seus heróis, ver seus atributos e habilidades, atualizá-los com Bunnies ou Squads, e vendê-los por ouro ou diamantes. Você também pode ver seus NFTs integrados aos seus heróis nesta seção.

- Battle: Aqui você pode participar de diferentes modos de batalha, como Adventure Mode, Challenge Mode e Legion Mode. Cada modo tem seus próprios requisitos e recompensas. Você também pode ver seu ranking global e local nesta seção.

- Legion: Aqui você pode criar ou ingressar em uma legião com outros jogadores e cooperar com eles para completar missões diárias e semanais. Você também pode participar de guerras de legião contra outras legiões e ganhar recompensas especiais.

- Shop: Aqui você pode comprar vários itens com ouro ou diamantes, como cartões de recrutamento, pacotes especiais, chaves da relíquia e muito mais. Você também pode trocar seus tokens CAKE por diamantes nesta seção.


Quais são os benefícios de jogar o Pancake Protectors?


Jogar o Pancake Protectors tem vários benefícios para os jogadores, tais como:


- Ganhar recompensas em CAKE: Ao jogar o Pancake Protectors, você pode ganhar tokens CAKE como recompensa por completar certas tarefas ou eventos dentro do jogo. Por exemplo, você pode ganhar CAKE ao participar das Missões Diárias ou dos Eventos Sazonais. Você também pode trocar seus diamantes por CAKE na Loja.

- Usar seus NFTs do PancakeSwap: Se você possui NFTs do PancakeSwap, como os Bunnies ou Squads, você pode usá-los para melhorar as habilidades dos seus heróis no jogo. Isso aumenta suas chances de vencer as batalhas e ganhar mais recompensas. Além disso, você pode exibir seus NFTs no seu perfil PancakeSwap ao mesmo tempo que os usa no jogo.

- Divertir-se com um jogo envolvente: O Pancake Protectors é um jogo divertido e envolvente que desafia sua estratégia e criatividade. Você pode escolher entre uma variedade de heróis com diferentes habilidades e facções para montar sua equipe ideal. Você também pode explorar diferentes modos de batalha com diferentes níveis de dificuldade e recompensas. Você também pode interagir com outros jogadores através das legiões e competir com eles nos rankings globais e locais.


Como o lançamento do jogo afetou o preço do CAKE?


O lançamento do jogo teve um impacto positivo no preço do CAKE, que subiu cerca de 10% nas últimas 24 horas. Isso mostra que os investidores estão animados com o potencial do jogo para atrair mais usuários para a plataforma PancakeSwap e aumentar a demanda pelo token CAKE.


O CAKE é atualmente a 22ª maior criptomoeda por capitalização de mercado, com um valor de cerca de US$ 10 bilhões. O token tem um fornecimento máximo de 193 milhões de unidades e um fornecimento circulante de cerca de 200 milhões de unidades.


Conclusão


O Pancake Protectors é o primeiro jogo play-to-earn lançado pelo PancakeSwap, a plataforma DeFi mais popular na rede BSC. O jogo permite que os jogadores usem tokens CAKE dentro do jogo e ganhem recompensas enquanto se divertem com um jogo de estratégia e defesa de torres. O jogo também integra os NFTs do PancakeSwap aos heróis do jogo, permitindo que os jogadores melhorem suas habilidades e exibam seus NFTs ao mesmo tempo.


O lançamento do jogo teve um impacto positivo no preço do CAKE, que subiu cerca de 10% nas últimas 24 horas. Isso mostra que os investidores estão otimistas com o potencial do jogo para atrair mais usuários para a plataforma PancakeSwap e aumentar a demanda pelo token CAKE.


Se você está interessado em experimentar o Pancake Protectors ou saber mais sobre o projeto, visite o site oficial: https://protectors.pancakeswap.finance/ .

segunda-feira, 29 de maio de 2023

O Maestro o bot que ganha milhões

 O que é o Maestro? Um bot de Telegram que está a ganhar milhões com o comércio de memecoins



Se você é um fã de criptomoedas e memes, talvez já tenha ouvido falar do Maestro, um bot de Telegram que permite aos usuários comprar e vender tokens ERC-20 assim que eles são lançados em uma exchange descentralizada. O Maestro é um dos "pás" que emergiu da febre do comércio de memecoins, gerando cerca de $4.5 milhões em taxas de negociação só neste mês, mais do que o triplo das suas taxas totais do mês anterior, de acordo com o DeFi Llama.


Mas o que são memecoins e por que eles estão tão populares? Memecoins são moedas digitais que são baseadas em memes ou ideias da internet, muitas vezes como uma simples piada. No entanto, algumas memecoins explodiram em valor, alcançando capitalizações de mercado de bilhões de dólares. Um exemplo é o Dogecoin (DOGE), a moeda original do meme, que tem o apoio do bilionário Elon Musk. Outro é o Shiba Inu (SHIB), apelidado de "Doge Killer", que está construindo uma plataforma de utilidade para o comércio de criptoativos.



O Maestro se aproveita dessa tendência, oferecendo aos seus usuários uma ferramenta para "snipar" os tokens mais quentes do momento, antes que eles sejam listados em outras plataformas ou que o seu preço suba demais. O bot também oferece ferramentas para rastrear o portfólio, sinalizar e copiar as negociações executadas por outros usuários. O Maestro suporta negociações no Uniswap e no PancakeSwap nas redes Ethereum, BNB Chain e Arbitrum, mas mais de 90% da sua receita de taxas é derivada de negociações executadas no Ethereum.


No entanto, nem tudo são flores no mundo do Maestro. O bot cobra uma taxa elevada de 1% sobre cada ordem de compra ou venda bem-sucedida executada através do seu aplicativo. As taxas são automaticamente retiradas do saldo do usuário assim que o saldo devido exceder 0.01 BNB ou ETH. Além disso, o bot pede aos usuários que compartilhem a sua chave privada ou frase-semente se eles optarem por conectar uma carteira existente. Isso é uma prática muito arriscada, pois expõe os fundos dos usuários a possíveis roubos ou fraudes. Por isso, é recomendável nunca expor a sua frase-semente a uma entidade terceira.



Apesar desses riscos, alguns observadores veem o Maestro como um negócio real no espaço das criptomoedas, diferente de muitos protocolos DeFi que não têm valor ou utilidade real. O Maestro se beneficia independentemente da rentabilidade dos seus clientes, assim como os vendedores de pás se beneficiaram da corrida do ouro no século 19. Se você está interessado em experimentar o Maestro, pode acessar o seu canal no Telegram e seguir as instruções. Mas lembre-se: invista com responsabilidade e cuidado.

Fim da taxação das criptomoedas nos EUA

 


A mineração de criptomoedas é uma atividade que consiste em usar computadores para resolver problemas matemáticos complexos e validar transações na rede blockchain, recebendo como recompensa uma fração da moeda digital. Essa atividade consome muita energia elétrica e gera emissões de gases de efeito estufa, o que tem levantado preocupações ambientais e regulatórias em vários países.


Nos Estados Unidos, a mineração de criptomoedas está sujeita a impostos federais e estaduais, dependendo da localização e do tipo de rendimento obtido. Além disso, os mineradores devem declarar os seus ganhos à Receita Federal e pagar impostos sobre eles. Esses fatores podem desincentivar a mineração de criptomoedas no país e reduzir a sua competitividade em relação a outros mercados.



No entanto, recentemente, o Senado dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei que prevê o fim da taxação da mineração de criptomoedas no país. O projeto ainda precisa ser aprovado pela Câmara dos Representantes e sancionado pelo presidente, mas já representa um avanço significativo para o setor. Segundo os defensores da medida, o fim da taxação da mineração de criptomoedas irá favorecer o desenvolvimento tecnológico, a inovação e a geração de empregos no país, além de estimular a adoção das moedas digitais como meio de pagamento e reserva de valor.


O fim da taxação da mineração de criptomoedas nos Estados Unidos também pode ter um impacto positivo no mercado global das moedas digitais, pois pode aumentar a oferta e a segurança das redes blockchain, reduzir os custos operacionais dos mineradores e atrair mais investidores para o setor. Além disso, pode incentivar outros países a adotarem medidas semelhantes ou mais favoráveis à mineração de criptomoedas, criando um ambiente mais propício para o crescimento e a consolidação das moedas digitais no mundo.



As criptomoedas são representações digitais de valor que não dependem de um banco central ou de uma autoridade governamental para serem emitidas ou transacionadas. Elas se baseiam na tecnologia blockchain, que permite a validação das transações por meio de um sistema descentralizado e seguro de criptografia. As criptomoedas têm diversas vantagens, como a rapidez, a transparência, a privacidade e a inclusão financeira dos seus usuários.


No entanto, as criptomoedas também enfrentam diversos desafios, como a volatilidade, a falta de regulação, os riscos cibernéticos e as questões ambientais. Por isso, é importante que os países adotem políticas públicas que estimulem o desenvolvimento do setor, sem comprometer a sua essência descentralizada e inovadora. O fim da taxação da mineração de criptomoedas nos Estados Unidos pode ser um passo nessa direção, favorecendo as moedas digitais e os seus benefícios para a sociedade.

Criptomoedas quentinhas vindas de Hong Kong

 



Hong Kong está a adotar um regime regulatório mais amigável para os ativos digitais, com um plano de legalizar as negociações no retalho, contrastando com a postura cética da cidade nos últimos anos e a proibição em vigor na China continental. Este movimento pode abrir oportunidades para os investidores que procuram exposição às criptomoedas ‘chinesas’, ou seja, aquelas que têm origem ou ligação com o mercado chinês.


Neste artigo, vamos apresentar algumas das principais criptomoedas ‘chinesas’ que podem beneficiar da regulação favorável de Hong Kong e que podem oferecer um bom potencial de valorização no futuro.


## NEO



NEO é uma plataforma de blockchain que permite o desenvolvimento de aplicações descentralizadas (dApps) e contratos inteligentes. É considerada uma das principais concorrentes da Ethereum na China, tendo sido fundada em 2014 por Da Hongfei e Erik Zhang.


NEO tem como objetivo criar uma economia inteligente, baseada na identidade digital, na gestão de ativos digitais e na computação distribuída. A rede NEO utiliza dois tokens: o NEO, que representa o direito de gestão da rede e dá direito a dividendos em GAS; e o GAS, que é usado para pagar as taxas de transação e de execução dos contratos inteligentes.


NEO tem uma parceria estratégica com a Ontology, outra plataforma de blockchain chinesa, que visa promover a interoperabilidade entre as duas redes. Além disso, NEO tem o apoio de várias entidades governamentais e empresariais na China, como a Microsoft China, a Alibaba Cloud e o Banco da China.


NEO tem uma capitalização de mercado de cerca de 2,7 mil milhões de dólares e ocupa a 44ª posição no ranking das criptomoedas mais valiosas, segundo o CoinMarketCap. O seu preço atual é de cerca de 38 dólares por token, tendo atingido o seu máximo histórico de 198 dólares em janeiro de 2022.


## VeChain



VeChain é uma plataforma de blockchain que se foca na aplicação da tecnologia na gestão da cadeia de abastecimento, rastreabilidade de produtos e serviços e soluções para a economia verde. Foi fundada em 2015 por Sunny Lu, ex-diretor executivo da Louis Vuitton China.


VeChain utiliza dois tokens: o VET, que representa o valor da rede e é usado para transferir valor entre os participantes; e o VTHO, que é gerado pelo VET e é usado para pagar as taxas das transações. A rede VeChain utiliza um mecanismo de consenso chamado Proof of Authority (PoA), que confere aos validadores da rede uma reputação baseada na sua identidade e no seu comportamento.


VeChain tem parcerias com várias empresas e organizações na China e no mundo, como a DNV GL, a PwC, a BMW, a Renault, a LVMH, a Walmart China e a Universidade de Oxford. VeChain também faz parte do consórcio Blockchain-based Service Network (BSN), uma iniciativa apoiada pelo governo chinês para promover o desenvolvimento da tecnologia blockchain no país.


VeChain tem uma capitalização de mercado de cerca de 3 mil milhões de dólares e ocupa a 36ª posição no ranking das criptomoedas mais valiosas, segundo o CoinMarketCap. O seu preço atual é de cerca de 0,05 dólares por token, tendo atingido o seu máximo histórico de 0,28 dólares em abril de 2022.


## Tron



Tron é uma plataforma de blockchain que visa criar um sistema global de entretenimento digital baseado na distribuição descentralizada de conteúdos. Foi fundada em 2017 por Justin Sun, um antigo representante da Ripple na China e fundador da plataforma social Peiwo.


Tron utiliza o token TRX como moeda nativa da rede e para pagar as taxas das transações. A rede Tron utiliza um mecanismo de consenso chamado Delegated Proof of Stake (DPoS), que permite aos detentores de TRX eleger os representantes que validam as transações e produzem os blocos.


Tron tem como objetivo tornar-se uma plataforma líder para a criação e distribuição de conteúdos digitais, como jogos, vídeos, música e redes sociais. Para isso, Tron tem feito várias aquisições e parcerias com empresas do setor, como a BitTorrent, a Steemit, a DLive e a Poloniex.


Tron tem uma capitalização de mercado de cerca de 2 mil milhões de dólares e ocupa a 48ª posição no ranking das criptomoedas mais valiosas, segundo o CoinMarketCap. O seu preço atual é de cerca de 0,03 dólares por token, tendo atingido o seu máximo histórico de 0,3 dólares em janeiro de 2022.


A queima de Ethereum nos últimos 21 meses



 O Ethereum é uma das principais redes de blockchain do mundo, que permite a criação e o funcionamento de aplicações descentralizadas, como as finanças descentralizadas (DeFi) e os tokens não fungíveis (NFT). No entanto, o Ethereum também enfrenta alguns desafios, como a escalabilidade, a segurança e a sustentabilidade ambiental. Para resolver esses problemas, o Ethereum está passando por uma série de atualizações, que visam torná-lo mais rápido, mais seguro e mais eficiente em termos de energia.


Uma dessas atualizações foi o hard fork London, que ocorreu em agosto de 2021 e introduziu uma mudança importante no mecanismo de precificação das transações na rede Ethereum. Antes do London, as taxas de transação eram determinadas por um sistema de leilão, em que os usuários competiam entre si para terem suas transações incluídas nos blocos pelos mineradores. Esse sistema gerava uma grande volatilidade e incerteza nas taxas, além de incentivar os mineradores a inflacionar as taxas para obterem mais lucros.


Com o London, foi implementado o EIP-1559 (Ethereum Improvement Proposal 1559), que estabelece um preço base para as transações, chamado de taxa básica, que é ajustado dinamicamente de acordo com a demanda pela rede. Além disso, o EIP-1559 introduziu um mecanismo de queima de parte da taxa básica, ou seja, de retirada de circulação de uma quantidade de ether (ETH), a moeda nativa do Ethereum. Esse mecanismo visa reduzir a oferta de ether e tornar a emissão da moeda mais previsível e deflacionária.



Desde a ativação do EIP-1559, mais de 1 milhão de ETH foram queimados na rede Ethereum, o que equivale a cerca de 4 bilhões de dólares no momento da escrita deste artigo. A taxa média de queima é de cerca de 3 ETH por minuto, mas pode variar dependendo da atividade na rede. Em alguns momentos, a taxa de queima superou a taxa de emissão de novos ether pelos mineradores, gerando um efeito chamado de "emissão negativa", em que a oferta total de ether diminui ao longo do tempo.


Um dos principais fatores que impulsionam a queima de ether é o crescimento das plataformas de NFT, que são tokens digitais únicos e verificáveis que representam ativos como arte, música, jogos, colecionáveis e outros. Os NFTs são negociados em mercados especializados, como o OpenSea, que é o maior e mais popular do mundo. O OpenSea permite aos usuários comprar, vender, trocar e criar NFTs na rede Ethereum, usando ether ou outras moedas compatíveis.


O OpenSea foi o maior responsável pela queima de ether nos últimos meses, tendo consumido mais de 100 mil ETH em taxas desde agosto. Somente na semana passada, o OpenSea queimou mais de 600 ETH em taxas, superando outras plataformas como a Uniswap (uma bolsa descentralizada) e as transações diretas entre usuários. O sucesso do OpenSea se deve ao aumento do interesse e da demanda por NFTs, que se tornaram uma forma popular e lucrativa de expressão artística, entretenimento e investimento.


A queima de ether pelo OpenSea e outras plataformas tem um impacto positivo no valor e na segurança do Ethereum, pois reduz a pressão inflacionária sobre a moeda e aumenta o seu grau de escassez. Além disso, a queima de ether também beneficia os usuários da rede Ethereum, pois contribui para estabilizar as taxas de transação e torná-las mais previsíveis. Por fim, a queima de ether também é uma forma de reduzir o impacto ambiental do Ethereum  e incentiva a transição para um modelo mais eficiente em termos energéticos.


O Ethereum está passando por uma transformação histórica e inovadora, que visa torná-lo uma rede mais rápida, mais segura e mais sustentável. A queima de ether é um dos elementos dessa transformação, que tem sido impulsionada pelo crescimento das plataformas de NFT como o OpenSea. Essas plataformas mostram o potencial criativo e econômico do Ethereum e dos seus usuários, que estão criando e negociando novas formas de arte e valor na era digital.

domingo, 28 de maio de 2023

Investimento em criptomoedas para iniciantes



 As criptomoedas são moedas digitais que circulam à margem das instituições bancárias e que não são controladas por nenhum banco central. São emitidas e transacionadas através de uma tecnologia chamada blockchain, que garante a segurança e a transparência das operações. As criptomoedas têm atraído cada vez mais investidores, tanto pela sua valorização impressionante como pela sua potencial revolução no sistema financeiro. Mas como investir em criptomoedas em Portugal? Neste artigo, vamos explicar os passos básicos para começar a investir em criptomoedas de forma simples e segura.


Passo 1: Escolher uma plataforma de investimento



Para investir em criptomoedas, é preciso ter acesso a uma plataforma de investimento que permita comprar, vender e armazenar as moedas digitais. Existem vários tipos de plataformas, mas as mais comuns são as corretoras e as bolsas de criptomoedas.



As corretoras são intermediárias que facilitam o processo de investimento, permitindo comprar e vender criptomoedas com dinheiro real (euros, dólares) ou com outras moedas digitais. As corretoras costumam oferecer uma grande variedade de criptomoedas, taxas baixas ou nulas, métodos de pagamento diversos (cartão de crédito, débito, PayPal, transferência bancária) e segurança elevada. Algumas corretoras regulamentadas e recomendadas para investir em criptomoedas em Portugal são a Coinbase, a Binance e a Crypto.com.



As bolsas de criptomoedas são plataformas onde os investidores podem trocar diretamente entre si as suas moedas digitais, sem intermediários. As bolsas costumam ter uma oferta maior de criptomoedas, mas também exigem mais conhecimento técnico e cuidado por parte dos investidores. As taxas podem variar conforme a oferta e a procura, os métodos de pagamento podem ser limitados e a segurança pode ser menor. Algumas bolsas populares são a Revolut, a Libertex e a Bit2Me.



Passo 2: Abrir uma conta na plataforma escolhida


Depois de escolher a plataforma de investimento mais adequada ao seu perfil e aos seus objetivos, é preciso abrir uma conta na mesma. O processo pode variar conforme a plataforma, mas geralmente envolve os seguintes passos:



- Aceder ao site ou à aplicação da plataforma e clicar em "registar" ou "criar conta".

- Preencher os dados pessoais solicitados, como nome, email, telefone e palavra-passe.

- Verificar a identidade através de um documento oficial com foto, como cartão de cidadão ou passaporte.

- Verificar o endereço através de um comprovativo de morada, como fatura da água ou da luz.

- Verificar o método de pagamento através de um extrato bancário ou de um cartão.


Passo 3: Depositar fundos na conta


Após abrir a conta na plataforma de investimento, é preciso depositar fundos na mesma para poder comprar as criptomoedas desejadas. O depósito pode ser feito através de vários métodos, dependendo da plataforma escolhida. Alguns dos métodos mais comuns são:


- Cartão de crédito ou débito: é um método rápido e fácil, mas pode ter taxas associadas.

- PayPal: é um método seguro e conveniente, mas pode ter limites de depósito e levantamento.

- Transferência bancária: é um método económico e sem limites, mas pode demorar alguns dias a ser processado.

- Outras criptomoedas: é um método que permite trocar uma moeda digital por outra, mas requer ter uma carteira digital para armazenar as moedas.



Passo 4: Comprar as criptomoedas desejadas


Depois de depositar fundos na conta da plataforma de investimento, é possível comprar as criptomoedas desejadas. O processo pode variar conforme a plataforma, mas geralmente envolve os seguintes passos:


- Aceder à secção de compra e venda ou de trading da plataforma.

- Escolher a criptomoeda que se quer comprar (por exemplo, Bitcoin) e a moeda com que se quer pagar (por exemplo, euro).

- Indicar o montante que se quer investir ou a quantidade que se quer receber da criptomoeda.

- Verificar o preço atual da criptomoeda e as taxas aplicáveis à transação.

- Confirmar a compra e esperar que a mesma seja executada.



Passo 5: Armazenar as criptomoedas em segurança


Após comprar as criptomoedas desejadas, é preciso armazená-las em segurança para evitar roubos ou perdas. As criptomoedas são armazenadas em carteiras digitais, que são aplicações ou dispositivos que guardam as chaves privadas que permitem aceder às moedas. Existem vários tipos de carteiras digitais, mas as mais comuns são as carteiras online e as carteiras offline.


As carteiras online são carteiras que estão ligadas à internet e que podem ser acedidas através de um site ou de uma aplicação. As carteiras online costumam ser fornecidas pelas próprias plataformas de investimento ou por serviços independentes. As vantagens das carteiras online são a conveniência e a facilidade de uso. As desvantagens são a menor segurança e o maior risco de ataques informáticos.


As carteiras offline são carteiras que não estão ligadas à internet e que podem ser acedidas através de um dispositivo físico, como uma pen drive ou um hardware específico. As carteiras offline costumam ser compradas pelos próprios investidores ou obtidas gratuitamente através de software open source. As vantagens das carteiras offline são a maior segurança e o menor risco de ataques informáticos. As desvantagens são o custo e a complexidade de uso.



Conclusão


Investir em criptomoedas em Portugal pode ser uma oportunidade interessante para diversificar o seu portfólio e aproveitar o potencial deste mercado emergente. No entanto, é preciso ter em conta os riscos associados a este tipo de investimento, como a volatilidade, a falta de regulação e a incerteza. Por isso, recomendamos que se informe bem antes de investir em criptomoedas, que escolha uma plataforma confiável e segura para o fazer, que invista apenas o dinheiro que pode perder e que armazene as suas moedas em carteiras adequadas ao seu perfil.

sábado, 27 de maio de 2023

Segurança dos dados e criptomoedas: como proteger os seus investimentos

 As criptomoedas são um tipo de dinheiro digital que utiliza a tecnologia blockchain para garantir a sua validade e integridade. O blockchain é um banco de dados distribuído que armazena todas as transações realizadas com as criptomoedas, de forma transparente e imutável. Isso significa que ninguém pode alterar ou falsificar os registros das operações, o que confere mais confiança e segurança aos usuários.


No entanto, isso não significa que as criptomoedas sejam invulneráveis a ataques cibernéticos ou a perdas acidentais. Como você é o seu próprio banco, você também é o responsável por guardar e proteger as suas chaves privadas, que são os códigos que permitem o acesso e o envio das suas moedas digitais. Se você perder ou esquecer essas chaves, ou se elas forem roubadas por hackers, você pode perder todo o seu saldo de criptomoedas.


Por isso, é fundamental adotar algumas medidas de segurança para evitar esses riscos e garantir a proteção dos seus dados e dos seus investimentos em criptoativos. Neste artigo, vamos explicar quais são os principais tipos de segurança que existem e que você pode usar para manter as suas criptomoedas em segurança.



## Criptografia de dados


A criptografia de dados é uma técnica que consiste em transformar os dados legíveis em um formato codificado, que só pode ser lido ou processado por quem possui a chave de descriptografia correta. A criptografia de dados aumenta a segurança de dados confidenciais e informações pessoais, oferecendo proteção e privacidade em um mundo online imprevisível.


A criptografia de dados é usada tanto pelo blockchain quanto pelas carteiras de criptomoedas. O blockchain utiliza a criptografia assimétrica, que usa duas chaves: uma pública, que serve para identificar o endereço da carteira e receber as moedas; e uma privada, que serve para assinar as transações e enviar as moedas. A chave pública pode ser compartilhada com qualquer pessoa, mas a chave privada deve ser mantida em sigilo absoluto.


As carteiras de criptomoedas são os aplicativos ou dispositivos que permitem armazenar e gerenciar as suas chaves privadas. Elas também utilizam a criptografia de dados para proteger as suas informações e evitar o acesso não autorizado. Existem diferentes tipos de carteiras de criptomoedas, que variam em termos de segurança, praticidade e custo. Vamos ver alguns exemplos a seguir.



## Carteiras de papel


As carteiras de papel são as mais simples e baratas de todas. Elas consistem em imprimir ou anotar em um papel as suas chaves públicas e privadas, ou os seus códigos QR correspondentes. Dessa forma, você mantém as suas chaves fora do alcance dos hackers, mas também corre o risco de perder ou danificar o papel, ou de alguém encontrá-lo e roubá-lo.


As carteiras de papel são recomendadas para quem quer guardar as suas criptomoedas a longo prazo, sem fazer transações frequentes. Para usá-las, você precisa importar ou digitalizar as suas chaves em uma carteira online ou offline sempre que quiser enviar ou receber moedas.



## Carteiras online


As carteiras online são as mais práticas e acessíveis de todas. Elas permitem armazenar e gerenciar as suas chaves privadas na nuvem, através de um site ou aplicativo na internet. Dessa forma, você pode acessar as suas criptomoedas a qualquer momento e em qualquer lugar, usando apenas o seu login e senha.


No entanto, as carteiras online também são as mais vulneráveis a ataques cibernéticos, pois dependem da segurança do provedor do serviço. Se o site ou aplicativo for hackeado ou invadido, você pode perder todas as suas moedas. Além disso, algumas carteiras online não permitem que você tenha o controle total das suas chaves privadas, o que significa que você depende da confiabilidade do provedor para acessar as suas moedas.


As carteiras online são recomendadas para quem quer fazer transações rápidas e frequentes com pequenas quantidades de criptomoedas. Para usá-las, você precisa criar uma conta no site ou aplicativo escolhido e seguir as instruções para configurar a sua carteira.



## Carteiras offline


As carteiras offline são as mais seguras de todas. Elas permitem armazenar e gerenciar as suas chaves privadas em um dispositivo físico, como um pendrive ou um hardware específico. Dessa forma, você mantém as suas chaves desconectadas da internet, evitando o risco de ataques cibernéticos.


No entanto, as carteiras offline também são as mais caras e menos práticas de todas. Elas exigem um investimento inicial para adquirir o dispositivo físico, além de cuidados especiais para evitar perdas ou danos ao aparelho. Além disso, elas requerem uma conexão com um computador ou smartphone sempre que quiser fazer uma transação com as suas moedas.


As carteiras offline são recomendadas para quem quer guardar grandes quantidades de criptomoedas a longo prazo, sem fazer transações frequentes. Para usá-las, você precisa comprar o dispositivo físico escolhido e seguir as instruções para configurar a sua carteira.


## Conclusão


A segurança dos dados e das criptomoedas é um assunto muito importante para quem quer investir nesse mercado. É preciso estar atento aos riscos envolvidos e adotar medidas preventivas para evitar perdas ou roubos das suas moedas digitais.


A escolha da melhor forma de proteger os seus investimentos depende do seu perfil e dos seus objetivos como investidor. Você deve avaliar os prós e contras de cada tipo de segurança existente e optar por aquele que melhor atenda às suas necessidades e expectativas.


Lembre-se também de sempre pesquisar sobre as fontes confiáveis de informação sobre o mercado das criptomoedas, bem como sobre as melhores práticas de segurança digital. Assim, você poderá aproveitar ao máximo os benefícios desse universo inovador e lucrativo.


sexta-feira, 26 de maio de 2023

A equpa da Trust Wallet e MoonPay em Pareceria

 


A Trust Wallet e a MoonPay anunciam uma parceria que vai permitir aos utilizadores da carteira de criptomoedas fazer levantamentos diretos para as suas contas bancárias. Esta funcionalidade, que estará disponível em breve, vai facilitar a conversão de criptoativos em moeda fiduciária, sem intermediários nem taxas elevadas.


A Trust Wallet é uma das carteiras de criptomoedas mais populares e seguras do mercado, que permite armazenar, enviar e receber mais de 160 mil tokens diferentes, incluindo Bitcoin, Ethereum, Binance Coin e muitos outros. A Trust Wallet também integra um navegador DApp, que permite aos utilizadores aceder a aplicações descentralizadas na rede blockchain.


A MoonPay é uma plataforma que oferece uma solução simples e rápida para comprar e vender criptomoedas com cartão de crédito ou débito. A MoonPay suporta mais de 80 países e 30 moedas fiduciárias, e tem parcerias com várias plataformas de criptomoedas, como a Binance, a Crypto.com e a Bitcoin.com.


A parceria entre a Trust Wallet e a MoonPay vai permitir que os utilizadores da carteira possam fazer levantamentos diretos de criptomoedas para as suas contas bancárias, sem terem que passar por uma exchange ou outro serviço intermediário. Esta funcionalidade vai tornar mais fácil e conveniente para os utilizadores converterem os seus ganhos em cripto em dinheiro.



Para fazer um levantamento direto, os utilizadores só terão que selecionar a criptomoeda que querem vender, introduzir o montante e o IBAN da sua conta bancária, e confirmar a transação. A MoonPay vai processar o pedido e enviar o dinheiro para a conta do utilizador em até dois dias úteis. O serviço vai cobrar uma taxa fixa de 2,5% por cada levantamento, independentemente do valor.


A Trust Wallet e a MoonPay afirmam que esta parceria vai beneficiar os utilizadores da carteira, que poderão ter mais liberdade e flexibilidade para gerir os seus ativos digitais. Além disso, esta funcionalidade vai contribuir para a adoção das criptomoedas como uma forma de pagamento válida e acessível para todos.